quarta-feira, 28 de março de 2012

Embraer Defesa e Segurança anuncia mais de 180 Milhões de Dólares em encomendas do Super Tucano!


A Embraer Defesa e Segurança revelou hoje que assinou contratos com três nações africanas para aquisição do turboélice de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano. A Força Aérea de Burkina Faso, primeiro operador do modelo na África, já recebeu três aeronaves que são utilizadas em missões de vigilância de fronteiras. É para esta mesma missão que a Força Aérea de Angola adquiriu recentemente seis aeronaves, cujas três primeiras serão entregues em 2012. Por fim, a Força Aérea da Mauritânia escolheu o A-29 Super Tucano para executar missões de contra-insurgência. O valor total dos contratos – incluindo um amplo pacote de suporte logístico, treinamento e peças de reposição – supera os USD 180 milhões.

“O Super Tucano tem alto grau de eficiência com baixos custos de operação. Sua capacidade de atuar em missões de vigilância e contra-insurgência o torna ideal para operações no continente africano”, disse Luiz Carlos Aguiar, Presidente da Embraer Defesa e Segurança. “Prova disso é que alguns clientes deverão exercer suas opções de compra em breve e o avião tem despertado o interesse de diversos países da África”.

Com estes pedidos, sobe para nove o número de forças aéreas que já selecionaram o A-29 Super Tucano na América Latina, na África e no Sudeste Asiático, sendo que o avião está em operação em seis delas. O A-29 Super Tucano é capaz de executar uma ampla gama de missões, que incluem ataque leve, vigilância, interceptação aérea e contra-insurgência. Com mais de 130 mil horas de vôo e mais de 18 mil horas de combate, o A-29 Super Tucano está equipado com a mais moderna tecnologia disponível para aviônicos, incluindo visão noturna, sensores eletro-ópticos infravermelhos (Electro-Optical/Infrared – EO/IR) com apontador de mira a laser, pacote de comunicações seguras e enlace de dados, além de uma inigualável capacidade de armamentos, o que o torna altamente eficaz e com excelente relação custo-benefício.


Por Wagner Damasio

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