segunda-feira, 30 de abril de 2012

Flybe quer distanciar-se do modelo low cost Alega “percepções negativas do low fare travel”


A Flybe, que opera de e para o Aeroporto de Faro, não quer confusões com o modelo low cost, como o salienta ao anunciar que tem em curso um significativo reposicionamento da marca e do produto para “se diferenciar positivamente de algumas das percepções negativas do low fare travel”.

“Fizemos muita pesquisa e vimos que há um crescente ressentimento e falta de confiança” quanto ao modelo que não dá aos clientes a possibilidade de saber um preço final imediatamente, justificou o director de Marketing da Flybe, Simon Lilley.
A Flybe, no entanto, é uma das companhias que integra a ELFAA (do inglês para European Low Fares Airline Association), associação das maiores low cost europeias, entre as quais também a Ryanair e a easyJet .

Sob o slogan ‘Making flying better’, a Flybe anunciou que deixará de cobrar taxas pelos pagamentos com cartões de débito, que a taxa sobre os pagamentos com cartão de crédito passará a ser por reserva, independentemente do número de passageiros envolvidos, e a adopção de três escalões de tarifas, o Essencials, o New Economy e o Plus.
“No âmago do “Making flying better” está uma aproximação justa, aberta e transparente às políticas de preço e serviços”, sublinha a Flybe, cujo director executivo, Andrew Strong, citado em comunicado, destacada que a companhia esteve a ouvir o que os clientes e o mercado em geral dizem sobre a aviação.

As mudanças, sintetizou, centram-se em propiciar mais voos e ligações para permitir mas opções de escolha e flexibilidade, tornar transparentes a política de preços e o processo de reservas e reduzir os incómodos que os passageiros vivem nos aeroportos do Reino Unido.

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