domingo, 29 de julho de 2012

EADS entrega o 14° avião HC-144A Ocean Sentry para Guarda Costeira dos EUA


A Guarda Costeira dos EUA recebeu nessa semana o seu 14° avião de patrulha marítima HC-144A Ocean Sentry da contratante principal EADS North America. O Ocean Sentry é baseado no avião de transporte tático Airbus Military CN235, o qual já possui mais de 250 atualmente em operação por 27 países.

A equipe da Airbus e da Guarda Costeira junto ao 14° avião HC-144A Ocean Sentry. (Foto: Airbus Military)
A última aeronave se juntará a uma frota de Ocean Sentries atuando numa série de papéis diferentes a partir de estações aéreas da Guarda Costeira em Cape Cod, Massachusetts; Mobile, Alabama; e Miami, Florida. A Guarda Costeira utiliza o Ocean Sentry com capacidade para desempenhar missões de dez horas de resistência e com sensores avançados para missões de busca e salvamento, incluindo drogas, e interdição de imigrantes, carga e transporte de pessoal, inteligência/vigilância/reconhecimento (ISR), e auxílio em situações de desatres.

“Estamos muito orgulhosos em apoiar a Guarda Costeira enquanto ela executa uma variedade cada vez mais exigente de missões aéreas e marítima com um número limitado de ativos. O Ocean Sentry é essencial para a habilidade do serviço de rapidamente e facilmente projetar a capacidade da Guarda Costeira onde é mais necessária”, disse Sean O’Keefe, Presidente e CEO da EADS North America.

A Guarda Costeira tem planos para adquirir 36 aviões Ocean Sentry. A entrega da aeronave mais recente é o último dos três HC-144As entregues através de um contrato base atribuído a EADS North America em agosto de 2010. A Guarda Costeira exerceu a opção para três aeronaves adicionais no ano passado, pedindo a entrega dos aviões 15º HC-144A em 2013, e dos aviões 16 e 17 em 2014. O serviço pode exercer as opções para até três Ocean Sentries adicionais durante os próximos dois anos.

Desde que começou a operar em 2008, o HC-144A ganhou notoriedade pelo alto perfil de missões que vão desde a resposta ao derramamento de óleo da plataforma Deepwater Horizon e no terremoto de 2010 no Haiti, até a interdição de narcóticos de contrabandistas de drogas em “submarinos” semi-submersíveis.

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