segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Força Aérea da Índia vai adquirir mais 37 aeronaves de treinamento Pilatus PC-7 MkII


Somente um dia depois de receber suas duas primeiras aeronaves de treinamento básico Pilatus PC-7 MkII, surge a notícia que a Força Aérea Indiana teria decidido encomendar mais 37 aeronaves de treinamento fabricadas na Suíça, além das 75 já adquiridas, elevando para 112 o número de turboélices PC-7 MkII encomendados.

Segundo um oficial da Força Aérea da Índia, que falou para a publicação Business Standard, uma cláusula existente no contrato assinado em 2012, previa que a Índia poderia solicitar a aquisição adicional de até 50% do número de aeronaves do pedido inicial, mantendo os valores negociados em 2012, e a Índia vai exercer essa cláusula em março.

O valo unitário no pedido de 75 aeronaves ficou em US$ 5,6 milhões. Mantendo o valor unitário, o novo pedido está avaliado em cerca de US$ 235 milhões.

As primeiras aeronaves PC-7 MKII chegaram no sábado na Índia, e até junho a Força Aérea Indiana terá 14 aeronaves em operação, recebendo duas unidades por mês. Isso vai diminuir a deficiência no treinamento inicial, já que os aviões indianos HPT-32 Deepak estão com as operações suspensas desde 2009, depois de 19 pilotos morrerem em voos de treinamento com essa aeronave.

Com as 14 aeronaves PC-7 na Academia da Força Aérea da Índia em Dundigal, o treinamento dos novos pilotos efetivamente deve começar no mesmo mês de julho.

O Comando de Treinamento, em Dundigal, anteriormente usava duas etapas de voo para treinar todos cadetes. A primeira fase, de formação básica, era concluída em um ano ou mais, e realizado em treinadores HPT-32 por 70 horas ou mais. As outras 80 horas, eram realizadas nas aeronaves a jato Kiran Mk-I. Com a suspensão de voo dos HPT-32, os cadetes estavam voando direto em jatos Kiran Mk-1, antes de seguir para os Hawk AJT.

Mas o curso de formação que começa em julho vai ver um programa de formação de 65-70 horas no PC-7 MkII no primeiro estágio de treinamento antes de começar a voar as 65-70 horas do estágio dois nos jatos Kiran. Depois disso, os pilotos formados seguem para a terceira fase de formação de 65-70 horas no Hawk AJT, antes de ingressar na linha de frente de um esquadrão de caças de combate.

O plano da Força Aérea da Índia é possuir cerca de 185 aeronaves de treinamento básico.

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