quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Aposentar o B-1 para salvar o futuro bombardeiro?

O Centro de Avaliação Estratégica e Orçamentária do American Enterprise Institute e do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais recomendaram ao Pentágono aposentar sua frota de bombardeiros B-1, a fim de sobreviver ao “sequestro”.

Especialistas e estudiosos em defesa apontaram que o Pentágono deve aposentar sua frota de bombardeiros B-1 e os gastos com a “prontidão” se quiser (a USAF) sobreviver a próxima década por causa do “sequestro”.

O Centro de Avaliação Estratégica e Orçamentária realizou recentemente um “exercício de opções estratégicas” visualizando possíveis maneiras de cortar o orçamento de defesa em US$ 500 bilhões ao longo da próxima década, conforme as palavras de Todd Harrison, um membro sênior do CSBA (Center of Strategic and Budgetary Assessments).

O CSBA, o American Enterprise Institute, o Centro para uma Nova Segurança Americana e o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, estudaram 650 diferentes opções de gerenciar o orçamento sob a sombra do “sequestro“.

Os especialistas se questionaram qual era a melhor estratégia administrativa para cortar meio trilhão de dólares nos próximos 10 anos e sobreviver de forma a continuar sendo eficaz?

As maiorias dos especialistas recomendaram retirar todos os bombardeiros B-1 e B-52 do serviço.

“De dez a vinte anos a partir de agora, nós vamos precisar de uma força de bombardeiros”, disse Harrison. “Como você faz isso? Bem, se você vai precisar de um novo programa de bombardeiro, você pode ter que desistir de alguns de seus bombardeiros legacy.”
A prontidão da Força foi uma área aonde o grupo não obteve consenso. “Nós demos as equipes a opção explícita para cortar a “prontidão” no curto prazo, há um monte de dinheiro em prontidão agora e, obviamente, que permite fazer um monte de coisas boas e que mantém nossas forças prontas para lutar”, disse Harrison.

Apesar do risco, os especialistas decidiram cortar a “prontidão” no curto prazo. Manter o financiamento integral da prontidão significa que os cortes têm de vir de outras áreas, incluindo o corte no tamanho da força, relatou Harrison.

“Cortar a prontidão é uma escolha estratégica e uma tarefa difícil… como vimos, em 2013, a Força Aérea não tem muita opção, tendo de manter no chão alguns de seus esquadrões de caça temporariamente”. Quando você olha para o orçamento, quando você tem que fazer cortes imediatamente… Você pode tirar do orçamento, não da prontidão. “Prontidão é dinheiro rápido.”

FONTE: dodbuzz.com

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