terça-feira, 7 de julho de 2015

Troca de experiências entre esquadrões aprimora técnicas


Estamos num exercício operacional e nos traz muito aprendizado. Quando estivermos numa situação real, estaremos preparados para colocar a aeronave pra voar", declara o Suboficial Marco Aurélio Pereira, do Esquadrão Pacau (1°/4°GAV). o mecânico eletricista de F-5EM, um dos graduados mais antigos entre as unidades aéreas da FAB, carrega na bagagem inúmeras operações realizadas no País. A troca de informações entre as equipes de suprimento e manutenção dos esquadrões, por exemplo, é uma das grandes conquistas do treinamento. 

Durante a Operação BVR-1, realizada em maio na Base Aérea de Anápolis (BAAN), cerca de 100 mecânicos dos esquadrões se revezaram para fazer a manutenção das mais de 30 aeronaves de caça, reconhecimento e transporte. O trabalho é integrado para que todos os envolvidos adquiram novas experiências em relação às aeronaves. "Toda missão é um aprendizado. São panes diferentes, tipos de voo diferentes, encarregados diferentes", comenta. 

BVR

Dos hangares à pista de decolagem, cerca de 300 militares aprimoraram novas técnicas de combate além do alcance visual (BVR, do inglês Beyond Visual Range). As táticas são idênticas às utilizadas em unidades aéreas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). 

Radares de guerra eletrônica, que ajudam na identificação de forças inimigas, foram usados no adestramento das tripulações. "Nós estamos aplicando as mais modernas técnicas de combate no adestramento dos nossos pilotos. Esse exercício serve também como uma avaliação do grau de adestramento e da prontidão, com o qual eles poderão ser utilizados em casos de conflitos", afirma o Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, Comandante Geral de Operações Aéreas (COMGAR). 

Novidade

O avião de reconhecimento R-35AM Learjet, operado pelo Esquadrão Cacará (1°/6°GAV), sediado em Recife, inaugurou uma nova etapa em missões de sustentação ao combate. Devido ao novo sensor de guerra eletrônica instalado, capaz de realizar varredura de informações de vetores aéreos num cenário de emprego operacional, a aeronave é classificada como de alto valor. Isso a toma fundamental na coleta de dados a respeito de outras aeronaves envolvidas no combate, não apenas de inimigos, mas pela própria equipe em ação. 

Fonte: NOTAER

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